ARTIGO · NEUROFEEDBACK

O que é o neurofeedback dinâmico

Como funciona, o que pode e não pode esperar, e onde encaixa no acompanhamento.

Pedras em equilíbrio sobre uma mesa serena, a evocar a autorregulação.

O que é o neurofeedback dinâmico

O neurofeedback dinâmico é uma abordagem não invasiva que dá ao cérebro informação sobre a sua própria atividade, ajudando-o a autorregular-se. Não é medicação, não é invasivo e não envolve qualquer corrente ou estímulo enviado ao cérebro.

Durante uma sessão, alguns sensores colocados no couro cabeludo leem a atividade cerebral. O sistema, neste caso o NeurOptimal, devolve essa informação através do som. É o próprio cérebro que, ao "ouvir-se", tende a reorganizar-se de forma mais eficiente.

Como funciona, na prática

A sessão é simples e tranquila. A pessoa senta-se confortavelmente e ouve música ou sons. Quando a atividade cerebral sai do padrão mais eficiente, há micro-interrupções subtis no som, que funcionam como um espelho para o cérebro.

Não é preciso fazer nada conscientemente, nem há esforço ou tarefas a cumprir. Não dói e não cansa. Para muitas pessoas, é até um momento de pausa no dia.

O que pode e o que não pode esperar

Aqui é importante ser claro. O neurofeedback não é uma cura, não é uma promessa e não substitui a avaliação, a psicoterapia nem qualquer indicação médica. É uma ferramenta de apoio, usada quando faz sentido, dentro de um acompanhamento mais amplo.

Os resultados variam de pessoa para pessoa, e por isso a decisão de o usar parte sempre de uma avaliação do caso concreto, e não de uma regra geral. Desconfie de quem o apresenta como solução milagrosa: não é isso que ele é.

Onde encaixa no acompanhamento

Na Clínica Dra. Gizela Silva, o neurofeedback não é um serviço isolado. Integra-se no acompanhamento psicológico e, quando indicado, articula-se com a avaliação, incluindo a avaliação por realidade virtual. É essa combinação, e não uma técnica sozinha, que dá sentido ao trabalho. A tecnologia apoia; o acompanhamento é que orienta.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

O neurofeedback dói ou tem riscos?

Não. É uma abordagem não invasiva: os sensores apenas leem a atividade cerebral, não enviam nada para o cérebro. Não há dor.

O neurofeedback substitui a psicoterapia ou a medicação?

Não. É um complemento que pode integrar-se no acompanhamento, quando indicado. Não substitui a avaliação, a psicoterapia nem qualquer indicação médica.

Quem pode fazer neurofeedback?

Pode ser indicado para diferentes idades e situações, sempre após uma avaliação que perceba se faz sentido no caso concreto.

Este conteúdo tem caráter informativo. Cada avaliação e o respetivo plano são definidos individualmente, em conjunto com a profissional, após consulta presencial.

Quer perceber se o neurofeedback faz sentido no seu caso?

Uma consulta ajuda a perceber se é indicado e como se integra no acompanhamento.

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Dra. Gizela Silva · Psicologia e Neurodesenvolvimento · Vila Nova de Gaia · CP n.º 30963 · ERS E175678