O que é o neurofeedback dinâmico
O neurofeedback dinâmico é uma abordagem não invasiva que dá ao cérebro informação sobre a sua própria atividade, ajudando-o a autorregular-se. Não é medicação, não é invasivo e não envolve qualquer corrente ou estímulo enviado ao cérebro.
Durante uma sessão, alguns sensores colocados no couro cabeludo leem a atividade cerebral. O sistema, neste caso o NeurOptimal, devolve essa informação através do som. É o próprio cérebro que, ao "ouvir-se", tende a reorganizar-se de forma mais eficiente.
Como funciona, na prática
A sessão é simples e tranquila. A pessoa senta-se confortavelmente e ouve música ou sons. Quando a atividade cerebral sai do padrão mais eficiente, há micro-interrupções subtis no som, que funcionam como um espelho para o cérebro.
Não é preciso fazer nada conscientemente, nem há esforço ou tarefas a cumprir. Não dói e não cansa. Para muitas pessoas, é até um momento de pausa no dia.
O que pode e o que não pode esperar
Aqui é importante ser claro. O neurofeedback não é uma cura, não é uma promessa e não substitui a avaliação, a psicoterapia nem qualquer indicação médica. É uma ferramenta de apoio, usada quando faz sentido, dentro de um acompanhamento mais amplo.
Os resultados variam de pessoa para pessoa, e por isso a decisão de o usar parte sempre de uma avaliação do caso concreto, e não de uma regra geral. Desconfie de quem o apresenta como solução milagrosa: não é isso que ele é.
Onde encaixa no acompanhamento
Na Clínica Dra. Gizela Silva, o neurofeedback não é um serviço isolado. Integra-se no acompanhamento psicológico e, quando indicado, articula-se com a avaliação, incluindo a avaliação por realidade virtual. É essa combinação, e não uma técnica sozinha, que dá sentido ao trabalho. A tecnologia apoia; o acompanhamento é que orienta.